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As perspectivas do Brasil em 2011por Anna Carolina Oliveira
Com a mudança do governo, novas lideranças e as perspectivas para o cenário econômico, as expectativas para 2011 são grandes. E foi esse o assunto debatido nesta manhã, dia 26, por Paulo Kretly, presidente da FranklinCovey Brasil; Ricardo Cerqueira Leite, sócio-fundador do Cerqueira Leite Advogados Associados; Marcus Vinícius Freitas, professor de Direito e Relações Internacionais da FAAP; André Luiz Sacconato, doutor e mestre em Teoria Econômica pelo IPE-USP; Agostinho Turbian, presidente da FENADVB - Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil; e Miguel Ignatios, presidente do conselho da FENADVB.
Categoria: Cerqueira Leite na Mídia
Realizado em São Paulo, o painel foi conduzido pelo jornalista Heródoto Barbeiro e reuniu diversos executivos para discutir as possibilidades do futuro. A seguir, saiba o que podemos esperar de algumas áreas nos próximos anos.
LIDERANÇA Uma pesquisa da FranklinCovey concluiu que, para ser grandiose, uma empresa precisa ter: desempenho superior sustentável, clientes leais, colaboradores comprometidos e contribuição única e singular no mercado. "As organizações que estão alinhadas nessas quatro áreas têm 50% mais rentabilidade do que a concorrência e um crescimento sustentável duas vezes mais rápido", assegurou Paulo Kretly. Para o presidente da FranklinCovey Brasil, os líderes também desempenham um papel importantíssimo na busca pela grandiosidade, afinal são eles os responsáveis pela administração dos ativos mais valiosos da empresa no século XXI: o conhecimento e a produtividade. "O grande desafio para a nova década é saber lidar com esses ativos e seguir o princípio da interdependência, sabendo dar apoio mútuo." POLÍTICA
A respeito do novo governo que assume em 1° de janeiro de 2011, Marcus Vinícius Freitas acredita que o maior desafio de Dilma Rousseff será criar uma marca própria e se desvencilhar um pouco da imagem do Lula. Outros desafios citados pelo professor da FAAP foram: definir o 11° ministro do Supremo Tribunal Federal (STF); discutir a reforma da previdência e tributária; lidar com as exportações em queda; e enfrentar a desvalorização do dólar. ECONOMIA
Na opinião de André Luiz Sacconato, o cenário de exportação brasileiro vai ser bem positivo nos próximos anos. Isso, no entanto, não livra nossa economia de alguns riscos. Um deles seria na economia doméstica. "A nomeação da equipe econômica do governo Dilma indica que a gastança e os juros altos vão continuar em 2011", afirmou o mestre em Teoria Econômica. Além disso, Sacconato não vê possibilidades de reformas no Brasil, com exceção da política. "Por questões ideológicas do PT, a única reforma que tem maior probabilidade de acontecer é a no âmbito político." As outras - reforma tributária, trabalhista e previdênciária - são mais improváveis, principalmente a trabalhista, que não está na agenda de Dilma. Fonte: RevistaVocêRH
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